ELABORAÇÃO DE UMA CARTILHA DE ATENÇÃO FARMACEUTICA PARA GESTANTES

Autores

  • Graziela Faria BAZON
  • Ana Lívia Silva Galbiatti DIAS

Resumo

A automedicação é uma prática muito comum e ocorre em 90% da população, principalmente em casos nos quais o indivíduo apresenta resfriados, alergias e outras situações em que há a necessidade de buscar a orientação médica. Em gestantes o número de automedicação aumenta a cada dia e, portanto, faz-se necessário uma orientação mais elaborada para este grupo, pois o uso inadequado de medicamentos pode trazer consequência grave ao feto. Como exemplo clássico, temos a Talidomida, as gestantes utilizavam para combater os sintomas do enjoo matinal, medicamento que era “seguro”, mas causou uma “epidemia iatrogênica” no feto de mulheres que se automedicaram com Talidomida. Por isso, é importante conscientizar as gestantes sobre quais medicamentos podem ser administrados durante a gestação sem causar dano ao feto. É dever do farmacêutico buscar conhecimento sobre o uso racional de medicamentos e orientar corretamente os indivíduos sobre reações adversas e efeitos colaterais. A elaboração da cartilha de atenção farmacêutica contribui para informar as gestantes sobre quais os medicamentos podem ser administrados durante a gestação sob supervisão médica.

Publicado

2021-05-05

Edição

Seção

Artigos