PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS ÓBITOS FETAIS NO BRASIL DE 2019 A 2023: UM ESTUDO ECOLÓGICO E UMA REVISÃO DE LITERATURA

Autores

  • Ana Júlia Araujo Maestrello União das Faculdades dos Grandes Lagos - UNILAGO
  • Isadora Lays Budzinski
  • Luciana Quirino Moraes Oliveira
  • Flávia Cristina Rosin Prado

DOI:

https://doi.org/10.56084/ulakesjmed.v5i4.1384

Resumo

O óbito fetal é definido pela morte do concepto antes da sua completa saída do corpo materno, a partir da 22ª semana completa de gestação, com peso ≥ 500 gramas ou ainda com um comprimento cabeça-calcanhar de no mínimo, 25 cm1,2. A confirmação da morte ocorre pela ausência de sinais vitais como respiração, batimentos cardíacos, pulsações do cordão umbilical e motilidade dos músculos de contração voluntária1. No Brasil, as principais causas do óbito incluem fatores maternos que comprometem o feto, hipóxia intrauterina e complicações da placenta, cordão umbilical e membranas fetais3. Os dados epidemiológicos atuais são subestimados devido à alta taxa de subnotificações, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, e à  baixa qualidade das informações nas declarações de óbito. Tal cenário dificulta o conhecimento da real dimensão do problema e o planejamento de estratégias eficazes para sua prevenção. A implementação de ações estratégicas em atenção integral à saúde materno-fetal, a qualificação da assistência pré-natal e o aprimoramento do planejamento familiar, pode reduzir os índices de mortalidade fetal no Brasil1.

Downloads

Publicado

2025-12-30

Como Citar

Araujo Maestrello, A. J., Budzinski, I. L., Quirino Moraes Oliveira, L., & Rosin Prado, F. C. (2025). PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS ÓBITOS FETAIS NO BRASIL DE 2019 A 2023: UM ESTUDO ECOLÓGICO E UMA REVISÃO DE LITERATURA. ULAKES JOURNAL OF MEDICINE, 5(4). https://doi.org/10.56084/ulakesjmed.v5i4.1384

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)